domingo, 13 de janeiro de 2013

A arte do jornalismo utopia eu domino...


Acho que sou a jornalista mais utópica que existe na face da Terra. Acredito que conseguimos não salvar o mundo, mas modifica-lo. Se isso é ilusão, besteira, imaturidade ou inocência, na minha opinião pouco importa. Eu continuarei achando que por meio de uma matéria muitos problemas podem ser solucionados. As pessoas não são ouvidas em alguns órgãos públicos, mas basta um VT passar na televisão que rapidamente a solução é encontrada. Quantos casos não assistimos e já ouvimos falar que foram resolvidos depois que a imprensa entrou na “jogada”. Nestes anos de vida eu ouvi muitos casos, o que me deixa ainda mais feliz por saber que faço parte deste meio, que proporciona voz e vez para todos.

Eu sei que não conseguimos resolver todos os problemas do mundo, que alguns nem chegam até nós. Alguns por medo da repressão que podem sofrer depois de irem ao ar, outros por falta de informação e ainda aqueles que não são ouvidos ou são tachados como casos que não irão render audiência. Mesmo assim, conseguimos levar até os lares de milhares de pessoas, casos parecidos com muitos que são resolvidos. É incrível imaginar o tamanho do poder dos meios de comunicação, que já começaram guerras, terminaram com elas, elegeram presidentes o tiraram do poder. Salvaram vidas e acabaram com muitas, promoveu pessoas e as destruíram, deixou povos inteiros em pânico e também os acalmou. Posso dizer que este poder assusta, pois estamos com uma arma gigantesca nas mãos.

Nós enquanto imprensa às vezes acertamos outras tantas erramos, mas qual a profissão que não comete erros? São vários os motivos que nos levam a comete-los, temos a ânsia de levar logo o assunto para a população, deixamos de apurar a fundo o assunto, às vezes não ouvimos o outro lado, colocamos nosso coração em vez de seguir razão, a falta de tempo e as milhares pautas também nos prejudicam. A internet que promoveu uma revolução na humanidade, se mal utilizada pode ser a grande vilã da história. 





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